Beber muito café faz mal? Quando se ultrapassa os limites?


O café é a bebida mais consumida no mundo depois da água


Os grãos do cafeeiro tem sua primeira utilização no Médio Oriente, durante o século XV. De lá para cá, ganhou a Europa e o resto do mundo.

O sabor característico e o aroma inebriante conquistaram as pessoas e rapidamente o comércio o distribuiu.

Atualmente, é difícil não conhecer ao menos duas pessoas realmente amantes de uma boa xícara de café.

Esses amantes, geralmente, preparam o café logo ao acordarem, o vão bebendo ao longo de todo dia e dizem sentir-se bem com ele.

Muitos falam que o café serve para despertar ou para relaxar, desestressar… Porém, esse hábito pode não ser saudável.

beber muito café faz mal quando se ultrapassa os limites

O café faz bem?

O café possui substâncias benéficas para o organismo. Sais minerais e polifenóis importantes agem de formas específicas sobre tecidos.

O sal mineral magnésio ajuda no combate ao envelhecimento das células e as protege das agressões sofridas ao longo do tempo como os cabelos do calor, por exemplo.

A vitamina B5, do chamado Complexo B, induz a liberação da serotonina, um hormônio que proporciona a sensação de bem-estar.

À mesma medida, por obra da cafeína, aumentam os níveis da dopamina, outra substância, mas esta provoca a sensação de “alerta”, deixa o cérebro mais ativo.

Estudos mostram que uma quantidade mínima de café (não mais que uma xícara) por dia reduz o risco de doenças cardíacas, mal de Alzheimer e Parkinson, diabetes tipo 2 e problemas no fígado.

Então, beber muito café faz mal ou não?

Por mais que existam de verdade benefícios no uso do café, eles não são válidos quando se ultrapassa 1 copo médio diário de até 200ml.

A partir do momento em que se excede o limite recomendado, as vantagens do café vão dando lugar a resultados menos favoráveis.

O porquê de todos os dias

Já sabido que o café proporciona sensação de alívio e de atenção, muitas pessoas recorrem a ele para fugir dos problemas e até mesmo da depressão.

Isso funciona, momentaneamente, é claro. Acontece que, quando passam um tempo sem ingerir a tão sonhada xícara, se sentem necessitados dela.

A necessidade vem da dependência que já foi criada pelo consumo recorrente.

A cafeína se torna uma droga que engana o cérebro fazendo com que ele venha a ser seu dependente para sentir-se bem e retomar com maestria o funcionamento normal.

  • Depressão

    A depressão pode ser desencadeada nos momentos de escassez do café. A agitação constante e a felicidade breve ocasionam a instabilidade emocional.

    Com a bebida sendo consumida por todo o dia produtivo, à noite, quando se precisa de descanso, o corpo não consegue repousar.

    A insônia traz todos os seus efeitos colaterais como a cefaleia crônica, o mal-estar, má digestão, irritabilidade e falta de atenção.

  • Insulina

    Apesar de ser estudada a redução dos níveis de açúcar no sangue por causa do café, também há estudos relacionando o consumo exagerado desse com uma assimilação ruim da insulina no organismo.

    Tal fato pode até aumentar os riscos no caso de uma pré-disposição à Diabetes Mellitus.

  • Dor de cabeça

    Grandes doses de café contém alto teor da cafeína. A cafeína possui a capacidade de comprimir os vasos sanguíneos que irrigam o cérebro.

    Essas artérias comprimidas dificultam a passagem do conteúdo que precisa ir para todo o resto do corpo.

    O cérebro reage à perturbação e causa a dor de cabeça como sinal de que há algo de errado.

  • Perda óssea

    Uma das qualidades do café é ser acidificante. Por causa desta, ele prejudica o tecido ósseo, pois promove o desgaste mais rápido do mesmo.

    Por esta razão, indivíduos com osteoporose devem cortar o café da dieta.

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